terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Os Futuros Professores e as Ferramentas da Web 2.0
«As tecnologias da informação e comunicação (TIC) criaram novos
espaços de construção do conhecimento. Agora, além da escola,
também a empresa, a residência e o espaço social tornaram-se
educativos. Cada dia mais pessoas estudam em casa, podendo, de
lá, aceder ao ciberespaço da formação e da aprendizagem a
distância, buscar fora das escolas a informação disponível nas
redes de computadores e em serviços disponibilizados pela
Internet que respondem às suas exigências pessoais de
conhecimento. O ciberespaço rompeu com a ideia de tempo
próprio para a aprendizagem. O espaço da aprendizagem é aqui,
em qualquer lugar; o tempo de aprender é hoje e sempre.
As consequências de tudo isto para a escola, para o professor e
para a educação em geral são enormes. As mudanças tecnológicas
são rápidas e plenas de oportunidades mas também imprevisíveis
e cheias de incertezas [1]. Os ambientes de aprendizagem do
futuro serão necessariamente abertos e flexíveis, interactivos,
combinando diferentes modos e estilos de aprendizagem
dependendo do objecto de estudo, do aluno, do professor, do
contexto, respeitando o nível de desenvolvimento cognitivo de
cada um. Teremos de propor aos alunos abordagens
multidisciplinares que os preparem para lidar com as incertezas de
um mundo global em que aprendizagem e o conhecimento são os
únicos instrumentos para evitar a exclusão social. Precisamos
formar professores que dominem uma série de novas
competências porque os desafios do futuro são enormes: a enorme
teia de informação a que chamamos Internet já não é apenas um
espaço a que acedemos para buscar informação mas um ambiente
descentralizado de autoridade, onde o conhecimento é construído
de forma colaborativa já que cada um (e todos) somos livres para
aceder, utilizar e reeditar a informação [2]. Noutras palavras,
todos nós, educadores do século XXI, temos de estar preparados
para enfrentar os desafios da nova geração da Internet – a Web 2.0.»
(Coutinho, Clara, et al)
espaços de construção do conhecimento. Agora, além da escola,
também a empresa, a residência e o espaço social tornaram-se
educativos. Cada dia mais pessoas estudam em casa, podendo, de
lá, aceder ao ciberespaço da formação e da aprendizagem a
distância, buscar fora das escolas a informação disponível nas
redes de computadores e em serviços disponibilizados pela
Internet que respondem às suas exigências pessoais de
conhecimento. O ciberespaço rompeu com a ideia de tempo
próprio para a aprendizagem. O espaço da aprendizagem é aqui,
em qualquer lugar; o tempo de aprender é hoje e sempre.
As consequências de tudo isto para a escola, para o professor e
para a educação em geral são enormes. As mudanças tecnológicas
são rápidas e plenas de oportunidades mas também imprevisíveis
e cheias de incertezas [1]. Os ambientes de aprendizagem do
futuro serão necessariamente abertos e flexíveis, interactivos,
combinando diferentes modos e estilos de aprendizagem
dependendo do objecto de estudo, do aluno, do professor, do
contexto, respeitando o nível de desenvolvimento cognitivo de
cada um. Teremos de propor aos alunos abordagens
multidisciplinares que os preparem para lidar com as incertezas de
um mundo global em que aprendizagem e o conhecimento são os
únicos instrumentos para evitar a exclusão social. Precisamos
formar professores que dominem uma série de novas
competências porque os desafios do futuro são enormes: a enorme
teia de informação a que chamamos Internet já não é apenas um
espaço a que acedemos para buscar informação mas um ambiente
descentralizado de autoridade, onde o conhecimento é construído
de forma colaborativa já que cada um (e todos) somos livres para
aceder, utilizar e reeditar a informação [2]. Noutras palavras,
todos nós, educadores do século XXI, temos de estar preparados
para enfrentar os desafios da nova geração da Internet – a Web 2.0.»
(Coutinho, Clara, et al)
Ferramentas Web 2.0 na Educação
Está disponível, em formato digital, o "Manual de ferramentas da Web 2.0 para professores", editado pelo Ministério da Educação e pela Direcção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular, resultante do encontro sobre Web 2.0., realizado em 10 de Outubro, na Universidade do Minho.
http://www.min-edu.pt/np3/2808.html
http://www.min-edu.pt/np3/2808.html
Web 2.0 - O que é?
Web 2.0 é um termo usado genericamente para designar um estado de evolução da Internet (e em particular a World Wide Web), em relação à condição anterior. Há uma tendência para se falar da Web 2.0 como o conjunto de todas as aplicações online que permitem um elevado nível de interação entre o utilizador e sites (blogs, fóruns, chats, como a Wikipedia, YouTube, Facebook, MySpace, Twitter, Gmail, WordPress, etc Tripadvisor ..)
O termo dá enfoque às diferenças da chamada Web 1.0, difundida até à década de noventa, que era constituída principalmente por sites estáticos, sem a possibilidade de interação com o utilizador, excepto a navegação normal entre as páginas, usando o e-mail e o uso de motores de busca.
Exemplos de Web 2.0 incluem aplicações web, sites de redes sociais, sites de partilha de vídeo, wikis, blogs, mashups, e folksonomies.
O termo está associado com Tim O'Reilly por causa da O'Reilly Media Web 2.0 Conference em 2004. Embora o termo sugira uma nova versão da World Wide Web, ele não se refere a uma actualização para as especificações técnicas, mas sim a mudanças cumulativas na forma como programadores e utilizadores finais usam a web.
O termo dá enfoque às diferenças da chamada Web 1.0, difundida até à década de noventa, que era constituída principalmente por sites estáticos, sem a possibilidade de interação com o utilizador, excepto a navegação normal entre as páginas, usando o e-mail e o uso de motores de busca.
Exemplos de Web 2.0 incluem aplicações web, sites de redes sociais, sites de partilha de vídeo, wikis, blogs, mashups, e folksonomies.
O termo está associado com Tim O'Reilly por causa da O'Reilly Media Web 2.0 Conference em 2004. Embora o termo sugira uma nova versão da World Wide Web, ele não se refere a uma actualização para as especificações técnicas, mas sim a mudanças cumulativas na forma como programadores e utilizadores finais usam a web.
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